quarta-feira, 23 de novembro de 2016

USO DIDÁTICO DE FERRAMENTAS ON LINE


Neste mundo globalizado, é cada vez maior a utilização das novas tecnologias nas salas de aula. Desta forma, é necessário e essencial que nós, educadores, possamos acompanhar o desenvolvimento tecnológico para assim auxiliar e facilitar o aprendizado dos alunos. 

E nesse sentido, as novas tecnologias se tornam relevantes e indispensáveis ferramentas para os educadores e conquistam efetivo e importante espaço nas salas de aula.

As ferramentas disponíveis atualmente propiciam uma infinidade de possibilidades e alternativas estimulantes e criativas a serem exploradas pelo educador, enriquecendo e dinamizando sua atuação e, em consequência, o aprendizado dos alunos.

Como exemplo disso, a ferramenta (link abaixo) pode ser utilizada no ambiente escolar como facilitadora do aprendizado. Já fiz uso deste recurso em minha atividade de Design de Interiores, durante uma aula ministrada sobre o assunto iluminação de ambientes residenciais, como forma de reforçar o conteúdo específico que estava trabalhando.

Trata-se de uma aplicação desenvolvida em flash, disponibilizada no site (on line) de uma fabricante de artigos para iluminação e que aproveitei como recurso didático.

A aplicação simula um ambiente de sala de estar, em que é possível obter diversos efeitos de iluminação clicando nos controles abaixo da cena, ligando ou desligando as luminárias. Destaco que cada tipo de lâmpada tem um tipo de aplicação diferente, de acordo com seu uso e efeito pretendido.

Deixo o link abaixo para acesso e experimento do simulador. Espero que gostem e estimule sua criatividade para o uso didático deste recurso.


                              ➤    SIMULADOR DE ILUMINAÇÃO


Outro exemplo de utilização de ferramentas on-line, foi a disponibilizada por um fabricante de tintas, que possibilita o experimento de cores, texturas e efeitos, tanto em espaços já existentes no próprio site, quanto através do carregamento da imagem do seu ambiente.
Acesse o link abaixo e use sua criatividade. Experimente!

                        ➤     SIMULADOR DE CORES


domingo, 13 de novembro de 2016

PLANEJANDO COM O USO DE MAPAS MENTAIS


Mapas Mentais

Em meados de 1970, Tony Buzan, um psicólogo inglês percebeu que o cérebro humano não aprende de forma linear, e para facilitar a aprendizagem e memorização desenvolveu e criou os “Mapas Mentais”, uma técnica de ordenamento de informações.
A técnica é simples, possui um modelo não linear e que permite a diagramação do pensamento, ou seja, representa a mesma estrutura de nossa memória. Simula, desta forma, a maneira com que nosso cérebro trabalha ao aprender e guardar informações.
 Nesse sentido, anuncia novas possibilidades para o processo de ensino-aprendizagem, pois possibilita a sistematização do pensamento, facilitando e auxiliando a assimilação de novos conceitos e sobretudo a aprendizagem.

Basicamente os Mapas Mentais podem ser elaborados manualmente, mas hoje existem diversas técnicas tecnológicas que facilitam este trabalho, como a que utilizo abaixo em um breve vídeo demonstrativo:

video

Estratégias para Professores
A utilização de Mapas Mentais também como ferramenta de desenvolvimento pedagógico já é bastante utilizada na atualidade, o que antes era mais adotado como ferramenta de estudo, hoje também faz parte da estratégia de planejamento, organização e desenvolvimento do aprendizado por parte dos docentes. Abaixo compartilho link com interessante conteúdo que apresenta 10 estratégias para professores, com a utilização da técnica antes, durante e após a aula.

Um aspecto muito importante evidenciado neste site, é a colaboração na produção e utilização dos mapas mentais entre educandos da nova geração de “cidadãos digitais” nas comunidades de aprendizado, tanto em grupos de amigos ou de estudo. O site também destaca algumas ferramentas de estudo online gratuitas.



domingo, 30 de outubro de 2016

Reflexões de um educador em formação diante das ferramentas tecnológicas de caráter educacional.


Alini Taufer Jobim

Ao iniciar minhas reflexões a respeito do tema, quase que instantaneamente me vem à lembrança o quão rápido foi o surgimento das tecnologias modificando toda nossa maneira de viver, nos comunicar, aprender e consequentemente de ensinar.

Enquanto busco me aperfeiçoar como educadora em uma época em que as tecnologias se revestem de tão grande importância, recordo-me que, na minha própria formação nada disso era realidade. O professor praticamente fazia uso apenas do livro didático e de seu conhecimento sobre o assunto para conduzir o processo de ensino-aprendizagem.


A atualidade exige bem mais que isso, pois as novas tecnologias em todos os campos de ação humana foram permeando para dentro das salas de aula, exigindo dos professores não mais apenas ensinar, mas sobretudo, levar o aluno a “aprender a aprender” e a como se utilizar de todos os recursos tecnológicos disponíveis para atingir esses objetivos. Aí reside uma das novas competências exigidas do professor na contemporaneidade, fazer a mediação pedagógica para que isso aconteça, o que também exigirá uma preocupação com sua constante qualificação nesse sentido.

Sim, o professor precisa inteirar-se das possibilidades dos recursos e do potencial das ferramentas, articulando-os aos objetivos pedagógicos e ao processo, sem obrigatoriamente ser um especialista. De certa forma, isto me tranquiliza diante do universo de técnicas e tecnologias que surgem diariamente no campo da educação, pois praticamente seria impossível o domínio de todas elas. 


Constata-se que o mais importante neste processo é orientar o aluno a desenvolver a capacidade de, com autonomia e responsabilidade, se utilizar desses recursos para sua formação, adaptando-se à nova realidade que o mundo vive, e buscando de forma proativa o conhecimento, sobretudo de maneira a promover sua capacitação continuada.



Assim, o aluno precisa entender que a tecnologia não é o elo central do conhecimento, mas colabora como um importante meio para a construção dele, e que é necessário seu pensamento reflexivo para o seu contexto, e para a resolução de problemas na sua realidade de vida, atuando de forma comprometida em uma aprendizagem significativa, autônoma e transformadora.






O uso das tecnologias não se limita a que o aluno entre para o mundo virtual, mas possibilita a interação entre os sujeitos, que é muito mais que a simples troca de informações. É conhecer a realidade do ponto de vista do sujeito que se interage, e a partir daí, colaborar na resolução de problemas, do contrário, estaríamos “informatizando o ensino tradicional”. Este acompanhamento proporcionado pelas ferramentas de tecnologia na interação entre os sujeitos, ganha grande importância na tutoria exercida pelo professor, que deve estimulá-la propondo metodologias criativas e o uso de ferramentas tecnológicas que a favoreçam. 

Por fim, é inegável que as TICs, através de seus recursos disponíveis, ampliaram as possibilidades das ações educativas e proporcionaram novas oportunidades tanto para professores quanto para os alunos, enriquecendo o processo de ensino aprendizagem e criando novas relações e rotinas, no entanto, como qualquer outra ferramenta utilizada pelo professor, deve estar a serviço dos fins educacionais.